Obra: sem título; Original: tinta guache em cartolina branca, 47,5 cm x 65 cm; Artista: Natiana Lucht Potin (Curso Técnico em Mecânica Integrado ao Ensino Médio) ;Tela produzida especialmente para compor a exposição do Concurso de Poemas “Culturas dos Povos Indígenas”, promovido com o objetivo de valorizar a diversidade cultural, os saberes ancestrais e a riqueza das tradições indígenas, sob a orientação do professor, Marcos Luis Christo.
Em um país marcado pela diversidade cultural, nem sempre reconhecida e valorizada pelas suas múltiplas identidades, conhecer e valorizar os povos indígenas é também reconhecer parte fundamental da história, da memória e da construção do Brasil. Com esse propósito, o Núcleo de Arte e Cultura (NAC), do campus São Mateus, do Instituto Federal do Espírito Santo, promoveu em abril de 2026, o Concurso de Poemas “Cultura dos Povos Indígenas”, uma iniciativa que convidou estudantes e servidores a refletirem, por meio da arte da palavra, sobre os saberes, as tradições, as identidades e as cosmologias dos povos originários.
Mais do que uma competição literária, o concurso estabeleceu um espaço de expressão, sensibilização e diálogo intercultural. Ao incentivar a produção de poemas autorais sobre temas como ancestralidade, território, resistência e identidade indígena, a ação buscou ampliar o conhecimento da comunidade acadêmica sobre a importância desses povos e contribuir para o combate a estereótipos, preconceitos e invisibilizações historicamente construídas.
Além da premiação dos melhores trabalhos, a exposição dos poemas, dados estatísticos sobre povos originários no Espírito Santo, biografias de escritores indígenas e produções visuais dos estudantes, permitiu que toda a comunidade tivesse contato com as produções participantes, transformando o espaço institucional em local de aprendizagem, apreciação artística e valorização das culturas indígenas.
Ao promover esta iniciativa, o NAC reafirma o papel da arte como instrumento de formação humana, diálogo e transformação social. Que cada poema seja uma oportunidade de escuta, reconhecimento e celebração da riqueza cultural dos povos indígenas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais consciente, plural e respeitosa.
Mais do que uma competição literária, o concurso estabeleceu um espaço de expressão, sensibilização e diálogo intercultural. Ao incentivar a produção de poemas autorais sobre temas como ancestralidade, território, resistência e identidade indígena, a ação buscou ampliar o conhecimento da comunidade acadêmica sobre a importância desses povos e contribuir para o combate a estereótipos, preconceitos e invisibilizações historicamente construídas.
Além da premiação dos melhores trabalhos, a exposição dos poemas, dados estatísticos sobre povos originários no Espírito Santo, biografias de escritores indígenas e produções visuais dos estudantes, permitiu que toda a comunidade tivesse contato com as produções participantes, transformando o espaço institucional em local de aprendizagem, apreciação artística e valorização das culturas indígenas.
Ao promover esta iniciativa, o NAC reafirma o papel da arte como instrumento de formação humana, diálogo e transformação social. Que cada poema seja uma oportunidade de escuta, reconhecimento e celebração da riqueza cultural dos povos indígenas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais consciente, plural e respeitosa.
Marcos Luis Christo, professor de Artes.
Clique no marcador "Concurso de Poemas Cultura dos Povos Indígenas" e confira os textos divulgados nesse evento e publicados aqui no Selet@ Literári@!



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